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4 mudanças que a pandemia trouxe para as empresas


A pandemia causada pelo novo coronavírus provocou uma mudança mundial no estilo de vida das pessoas. O medo e a ansiedade, nesse cenário, se tornaram sentimentos muito comuns e normais nesse momento, pelo impacto causado em diversos aspectos em nossas vidas.


Na economia, consequentemente, o impacto também foi grande. Enquanto muitas empresas temem o futuro daqui pra frente e sofrem prejuízos, o mercado de vendas, especialmente do e-commerce, se surpreendeu com o crescimento tão grande e em tão pouco tempo.


Com o isolamento social necessário e novas medidas de segurança para conter a transmissão do vírus, novos hábitos agora fazem parte do dia a dia dos profissionais.

Abaixo mostramos 5 das principais mudanças que a pandemia trouxe no setor de vendas online e nas lojas físicas.


Algumas das principais adaptações no mercado


Todas as empresas sofrem impactos no seu dia a dia por conta do novo coronavírus, seja na forma de se posicionar, nos cuidados necessários de higienização e distância ou na forma de vender. Confira algumas das principais adaptações feitas no mercado:


Posicionamento nas redes sociais


A pandemia deixou em evidência algo que sempre foi muito importante dentro do trabalho de construção da marca e do marketing de um negócio: o posicionamento.


Isso significa que esse período foi uma boa oportunidade das empresas serem totalmente transparentes em relação as medidas que estão tomando diante dessa situação de pandemia e as mudanças que promoveram para se adaptar as necessidades da ocasião.


Por isso, essa está entre as mudanças causadas pelo novo coronavírus. A forma como as empresas se posicionam nas redes são decisivas para favorecer a imagem da empresa diante dos clientes e fidelizá-los.


Mudança do varejo para e-commerces e marketplaces


O crescimento do e-commerce no Brasil alcançou números muito altos durante a pandemia. Em abril, o crescimento alcançado foi de 81% com faturamento de R$ 9,4 bilhões. A tendência, que já podemos observar, é de que os varejistas estarão cada vez mais presentes no e-commerce e marketplaces.


Esse é um resultado previsto para o futuro do mercado, pensando na facilidade do consumidor de comprar e ter os produtos entregues com facilidade em sua casa. No entanto, a pandemia acelerou esse movimento.


Nesse cenário, o mais importante é que as empresas busquem se atualizar o mais rápido possível sobre gestão, redes sociais, logística de entrega, estoques, loja virtual e sobre as novas tecnologias existentes para entregar a melhor experiência para os usuários, do começo ao fim de uma venda.


Cartão por aproximação


Podemos dizer que hoje é possível fazer todas as compras através de e-commerces e serviços de delivery, mas para muitas pessoas ainda é necessário sair de casa para serviços essenciais, como mercado e farmácia.


Nesses casos, e até mesmo para receber entregas em casa, muitas pessoas utilizam o cartão de débito ou crédito para pagamento na maquininha. Uma mudança com a pandemia é que muitos agora usam o recurso de pagamento por aproximação.

O pagamento dessa forma não é uma novidade, mas com a pandemia se tornou um recurso ainda mais necessário do que antes.


Sabemos que para evitar a infecção com o novo coronavírus, temos que manter a higiene das mão e evitar ao máximo o contato com superfícies que podem estar contaminadas.


Por isso, uma forma de reduzir esse contato é usar os cartões com pagamento por aproximação, para não precisar inserir nas máquinas de pagamentos ou outros dispositivos de transação, que circulam por um grande volume de pessoas ao longo do dia.


De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), nos últimos meses, houve um aumento no uso desse recurso.


Galpões de locações


Outro reflexo do crescimento do e-commerce no Brasil foi o aumento de locações de imóveis usados para logística de entrega, os galpões de locações. Segundo pesquisa feita pela SiiLa Brasil (Sistema de Informação Imobiliária Latino-Americana), a demanda de locações para o mercado de e-commerce cresceu consideravelmente no Brasil, especialmente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.


No Rio de Janeiro, por exemplo, a área locada somente no segundo semestre deste ano foi de 74,4% e, no mesmo período de 2019, apresentou taxa de locação de 67,9%. Ou seja, houve um crescimento expressivo por conta da demanda gerada pela pandemia e as mudanças no mercado de varejo.


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